Dia 9 - Dubai

Saí logo para bater pernas em Dubai. Fui andando até um mercado de rua - aqui esses mercados se chamam souqs. Esse tinha de tudo, mas fiquei lá pouco tempo. O motivo foi que eu achei muito estressante. Os vendedores são muito insistentes. Eles ficam de fora das lojinhas. Se você diminui o passo e dá uma olhadinha para qualquer coisa na loja, eles já vem te chamando pra entrar, oferecendo coisas, enfim, eu não gosto disso. Mas tirei algumas fotos:




Saindo de lá eu peguei um barco pra atravessar o canal e ir ver a cidade antiga. Lá também é um souq (mercado), só que bem mais chique e revitalizado no estilo árabe. Foi mesmo stress. Vendedores muito insistentes. Uns queriam saber de onde eu era. Quando eu falava Brasil, eles falavam português. Um disse, "aqui tudo bom bonito barato". O outro perguntou "Bolsonaro? Lula?". E os turistas chineses eles chamavam em chinês. São vendedores insistentes bem poliglotas.

Não podia faltar uma foto de passarinho, claro:

Saí de lá e voltei para o hotel. Parece pouco, mas andei 13 mil passos antes do meio-dia. Foi uma baita caminhada.

À tarde veio a parte mais legal do dia: safari no deserto!  Me pegaram no hotel e levaram para longe da cidade, mais de uma hora de carro. A primeira coisa foi vestir o lenço na cabeça para ficar bem caracterizado. Depois fomos para um passeio de jipe. São land rovers originais de 1957. Andamos pelo deserto. A paisagem é muito legal. Só areia e uns pequenos arbustos.


O lugar é uma reserva ecológica de 170 km quadrados, então era tudo bem vazio. Na reserva tem animais, e nós logo vimos um oryx, o antílope do deserto. Muito lindo. Primeiro vimos um sozinho, mas depois chegamos em um bando de 14. Saímos a pé e eles deixaram a gente chegar bem perto. O outro animal que vimos foi uma gazela, mas ela era tímida e só conseguimos ver de longe.


Depois do passeio de jipe, outro passeio. Esse, de camelo. Assim como o do elefante, foi um passeio bem estilo burrinho do parque municipal: uma voltinha bem curta só pra falar que andou. Mas foi bem legal mesmo assim.

Depois veio uma demonstração de falcoaria. Os falcões não são nativos daqui porque não aguentam o calor do verão, mas passam por aqui no inverno e os beduínos do deserto os capturavam e treinavam para caçar aves rasteiras e gazelas. O treinador trouxe um falcão-peregrino ainda jovem e explicou como ele é treinado.

Depois ficamos lá esperando o por do sol, que foi muito bonito.


Em seguida, o jantar, que estava incluído no passeio. Era comida que não acabava mais. Só a minha entrada já dava pra 4 pessoas jantarem bem.




Depois teve uma apresentação de danças típicas, e foi só. Amanhã tem o último dia!







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